Pediatra

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Foto duplicada de uma Pediatra

QUANDO PROCURAR

Falta de apetite;
Erros alimentares;
Constipação intestinal;
Tosse, Obstrução nasal;
Coriza, Espirros, Alergias;
Dor abdominal, Diarreia;
Crises de chiado no peito;
Baixo peso e/ou estatura.

TRATAMENTOS

O Pediatra é o médico que atua na assistência a crianças e adolescentes, fazendo a prevenção e o tratamento de doenças e acompanhando o desenvolvimento de seus pacientes.



EXAMES

Para complementar a consulta, o médico poderá pedir alguns exames, como hemograma, ferro sérico, ferritina, urina I, urocultura, parasitológico de fezes, colesterol total e frações, triglicérides e glicemia.



5 Principais exames

Você já deve saber que coletar sangue de uma criança não é nada fácil. Entretanto, um exame de sangue, como o hemograma, é fundamental na prevenção de diversas infecções e doenças — entre elas, a anemia, infecções virais ou bacterianas.

Além do hemograma, outros exames importantes que podem ser indicados pelo pediatra são: check up de perfil lipídico (para avaliar o colesterol), de glicemia (para avaliar o açúcar no sangue), de tireoide (T4 e TSH), de dosagem ferro sérico e de ferritina (para avaliar uma possível anemia).

A recomendação para os exames citados ficará por conta do pediatra, que poderá indicar uma periodicidade predefinida ou seguir com a solicitação a partir de determinados sintomas que a criança apresente.

É comum que as crianças corram um risco maior de terem vermes, uma vez que o seu sistema imunológico ainda não está plenamente desenvolvido. Além disso, crianças, no geral, têm mais contato com o chão, sujeira e poeira, e, muitas vezes, acabam levando as mãos sujas à boca, ficando mais sujeitas às infecções.

É nesse sentido que o exame de fezes mais recomendado em um check-up infantil é o parasitológico — que investiga a presença de parasitas e protozoários, podendo ser um indício de verminose.

Vale, também, procurar o médico na presença de sintomas de vermes no intestino, como: dores abdominais, náuseas, vômitos, diarreia, falta de apetite, perda de peso incomum, anemia e problemas respiratórios.

O exame de urina é um teste simples que auxilia — e muito — na detecção de diversas patologias, não apenas aquelas que afetam os rins e as vias urinárias, como também doenças renais e até a diabetes.

A infecção urinária é um dos principais problemas que podem acometer as crianças. Isso porque, além de terem o trato urinário ainda em desenvolvimento, a criança ainda está aprendendo a controlar suas idas ao banheiro e desenvolvendo seus primeiros hábitos de higiene.

Portanto, preste atenção nos seguintes sintomas: perda de peso repentina, falta de apetite, alterações do sono, irritabilidade, choro constante, ou febre sem razão aparente. Em todos esses casos, será fundamental consultar o pediatra para investigar o problema.

Logo na maternidade, o teste do olhinho deverá ser feito para verificar se está tudo normal com a visão do recém-nascido. Caso esteja tudo regular, a partir do seu primeiro ano de vida, o exame de vista passa a ser recomendado novamente a fim de checar todo o desenvolvimento de visão da criança neste período.

Durante a infância, sinais como apertar os olhos para ver TV ou ler um livro, tropeçar, cair ou esbarrar em objetos com frequência, podem indicar a necessidade de uma avaliação da qualidade visual da criança.

Para o período escolar, especialmente, será fundamental contar com o acompanhamento do oftalmologista para prevenir problemas de aprendizagem e de mau desempenho escolar decorrentes da má visão.

Assim como o teste do olhinho para avaliar a visão, o teste da orelhinha também é realizado na maternidade para avaliar a recepção de sons pelo bebê.

Após essa triagem, é recomendável continuar monitorando a saúde auditiva da criança em seus primeiros anos de vida e, também, na sua vida escolar.

Vale ressaltar que, especialmente durante o período de desenvolvimento de fala da criança, ela não conseguirá manifestar aos pais caso não escute com qualidade, o que poderá prejudicar bastante a evolução da sua comunicação com o mundo.

Caberá, então, ao pediatra solicitar exames rotineiros para verificar se a criança está ouvindo bem e com a qualidade necessária para interagir com a sua família e amigos.

Doenças infantis mais comuns

Extremamente contagiosa, a doença, também conhecida como varicela, é provocada por um vírus, o varicela-zóster. A catapora é bastante comum nos pequenos que estão em fase escolar, quando o contato com outras crianças aumenta bastante.

Principais sintomas: as bolhas d’água avermelhadas que surgem por todo o corpo e provocam coceira intensa são o principal sintoma da catapora. Além disso, a doença também costuma causar febre alta, indisposição, falta de apetite e dores no corpo.

Como se proteger: como o contágio acontece por meio de tosse, saliva, espirro ou objetos contaminados pelo vírus, a melhor maneira de se proteger contra a catapora é mantendo a carteira de vacinação em dia.

A imunização é recomendada a partir dos 12 meses de idade, mas qualquer pessoa que ainda não tenha contraído a doença pode tomar a vacina. Nesses casos, ela deve ser tomada em duas doses, com intervalo de 1 a 2 meses entre uma e outra. Quem já teve a doença uma vez está imune.

uma das doenças infantis mais comuns, as alergias podem ser provocadas por uma série de fatores, como alimentação, ácaros, fungos, pelos de animais, produtos de limpeza e até mesmo pólen.

Principais sintomas: as alergias alimentares costumam causar coceiras, erupções na pele, diarreias, dores abdominais e na cabeça. Já as respiratórias podem provocar espirros, congestões nasais, tosses, chiados no peito e até mesmo problemas mais sérios, como dificuldades respiratórias.

Como se proteger: no caso de quadros alérgicos alimentares, o tratamento consiste em retirar o alimento que está causando o problema do cardápio. Quando a doença causa problemas respiratórios, um pediatra de sua confiança deverá prescrever o tratamento adequado, que deverá ser seguido continuamente ou nos momentos de crise.

Boas práticas, como manter a casa bem arejada, livre de cigarro e objetos que acumulam pó, como tapetes, cortinas e bichos de pelúcia, trocar constantemente o travesseiro e não dormir com animais de estimação também ajudam a diminuir a incidência das crises.

também chamada de otite externa nos casos mais brandos, e de otite média nos casos mais graves, a infecção no ouvido pode ser causada por fatores como excesso de umidade no canal auditivo ou por acúmulo de secreção na região em virtude de gripes ou resfriados.

Já a infecção na garganta é causada pelo contato com a saliva e outras secreções contaminadas por um vírus ou pode ser provocada por uma bactéria, desencadeando quadros de dor e indisposição intensos.

Principais sintomas: nos dois casos, os sintomas mais comuns são dor na região, falta de apetite, indisposição e febre.

Como se proteger: para se proteger contra as infecções do ouvido, é importante manter o canal auditivo longe do excesso de umidade. Sempre que a criança tiver contato com a água, seque a região cuidadosamente com uma toalha. Evite usar cotonetes, que empurram a secreção para dentro e retiram a proteção da região.

Já no caso das infecções da garganta, a melhor maneira de prevenção é investir em um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada e boa hidratação. Caso o médico prescreva antibióticos, é essencial que você siga o tratamento à risca, mesmo que os sintomas melhorem, para evitar que os micro organismos se tornem resistentes.

O termo virose é utilizado para definir um conjunto de doenças provocadas pelos diversos tipos de vírus que podem se instalar em áreas diferentes do organismo da criança, como no intestino ou no trato respiratório.

Principais sintomas: como os vírus podem se alojar em diferentes regiões do corpo, os sintomas podem variar bastante. No entanto, os mais comuns são diarreia, dor de cabeça, vômitos, tosse, resfriado e febre.

Em geral, o organismo costuma combater espontaneamente o problema, que desaparece em poucos dias. No entanto, como os sintomas das viroses são parecidos com os de outras doenças, é fundamental consultar um pediatra para que ele possa fazer o diagnóstico correto e evitar complicações graves.

Como se proteger:
a melhor maneira de prevenir-se contra essas doenças infantis é manter uma alimentação saudável e equilibrada e caprichar na hidratação. Também é importante manter bons hábitos de higiene, lavando as mãos após ir ao banheiro e antes das refeições, e evitando o consumo de alimentos cuja procedência você desconhece.

A doença é provocada pelo vírus paramyxovirus, que afeta as glândulas produtoras de saliva, localizadas na região pouco abaixo das orelhas. Em casos mais graves, a doença pode atingir outros órgãos e causar complicações como pancreatite, meningite e até surdez.

Principais sintomas: o principal sintoma da doença é o inchaço da glândula, o que costuma causar dor e aumento de volume na região. Além disso, febre, dificuldade para mastigar ou engolir, dores musculares e fraqueza também são comuns.

Como se proteger: a vacinação é a melhor forma de prevenção contra a caxumba, que é transmitida por meio da saliva contaminada. A primeira dose da vacina deve ser administrada aos 12 meses de idade, e a segunda, 3 meses depois.

Pessoas até 19 anos que não foram ou não lembram se foram vacinadas devem tomar as duas doses de uma única vez, e quem já foi atingido pelo problema dos dois lados da mandíbula não corre o risco de contrair a doença novamente.

A asma causa dificuldades respiratórias graves e costuma se manifestar durante toda a infância.

Sintomas e Tratamento

Se seu filho apresenta chiado no peito, tosse, dificuldade na respiração, lacrimejamento e dor no peito, leve-o imediatamente para a emergência para que ele receba medicação. Não espere! Para evitar crises, deixe a casa sempre limpa, livre de pó, fumaça, perfumes fortes e produtos de limpeza agressivos.

Uma doença que ataca geralmente no inverno e pode ser a complicação de um resfriado ou gripe. Ela faz com que o catarro se acumule nas maçãs da face, causando dor.

Sintomas e Tratamento

Os sintomas são dor na face, catarro com coloração amarelada e tosse (principalmente à noite). Dores de cabeça também podem surgir. O tratamento deve ser receitado por seu médico, com antibióticos.

Essa doença pode causar muita preocupação no primeiro ano da criança, já que ela se alimenta principalmente do leite líquido, ele facilmente retorna do estômago para o esôfago, causando desconfortos e dores.

Sintomas e Tratamentos

O bebê com refluxo vomita com frequência, tem sono agitado, sofre com irritação, tem dificuldade para ganhar peso e para mamar.

Você pode evitar o refluxo amamentando na posição vertical e analisar, junto ao seu médico, se a quantidade de leite que você dá por mamada é excessiva. Massagens especializadas para bebês com refluxo também podem ajudar. A boa notícia é que muito provavelmente essa doença desaparecerá quando você introduzir a alimentação sólida!

Infecção viral que é grave para crianças pequenas, mas de fácil prevenção por meio de vacina.
A doença se espalha pelo ar por gotículas respiratórias produzidas ao tossir ou espirrar.

Os sintomas do sarampo aparecem apenas de 10 a 14 dias após a exposição.
Eles incluem tosse, coriza, olhos inflamados, dor de garganta, febre e irritação na pele com manchas vermelhas.

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Dúvidas Frequentes

O processo de aprendizado deve começar assim que a criança entenda o que é o dinheiro e para que ele serve, o que ocorre a partir dos 3 anos de idade. Os pais podem estimular a poupança com os antigos cofrinhos, mais conhecidos como porquinhos. É gratificante, pois as crianças poderão conseguir comprar o que quiserem com as economias.

Não há como saber a quantidade correta de amamentação. Em geral, sintomas clínicos, ganho de peso, crescimento adequado e funções fisiológicas presentes são indicativos de uma quantidade de volume de leite materno suficiente para o bebê.

O excesso de roupa pode produzir e armazenar calor e criar uma “falsa” febre. Por isso, diante de uma criança com febre, é importante verificar se ela está com roupas confortáveis e que não acumulem ou armazenem calor.

O calendário vacinal proposto pelo Ministério da Saúde contempla uma grande parte das vacinas que se encontram no mercado, mas existem vacinas que somente são realizadas em clínicas privadas. É importante seguir as recomendações do pediatra e, na medida do possível, fazer as vacinas que porventura não estejam no calendário do governo.

Em geral, a alimentação complementar da criança é iniciada após o sexto mês de vida, e através de frutas in natura e papas de legumes, contemplando a pirâmide alimentar, composta por sais minerais, verduras, legumes, proteínas e gorduras.

Quando falamos de refluxo e regurgitações, devemos ter em mente que a maioria das crianças apresenta regurgito e refluxos com frequência, e é um estado fisiológico que melhora muito à medida que a criança cresce. Cerca de 90 % dos casos de refluxo são fisiológicos.

Estudos mostram que crianças saudáveis podem ter até 10 infecções no ano, principalmente aquelas que frequentam escolas, berçários e creches desde muito cedo.

A maioria dos cremes dentais indicados para a faixa etária 0 a 5 anos não contém flúor, mas a Academia Americana de Pediatria orienta que os primeiros dentes dos bebês devem, sim, ser higienizados com cremes que possuem esse elemento na fórmula. No Brasil, a pasta com flúor tem seu uso orientado a partir dos seis anos de idade ou até mesmo por crianças menores que corram um risco maior de ter cárie. A Sociedade Brasileira de Pediatria, em concordância com as recomendações da Academia Americana de Pediatria, recomenda que crianças a partir do primeiro dente usem uma escova macia e uma quantidade de pasta que equivale a um grão de arroz.

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